A palavra nazismo vem de Nazi, que é a abreviação
de Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, que de socialista não
tinha nada. Seu líder chamava-se Adolf Hitler e o partido adotou como símbolo a
“suástica”, uma cruz encontrada em diversas tribos.
Hitler nasceu em 20 de abril de 1889. Em
1923, Hitler, indignado com as péssimas condições que os alemães enfrentavam,
oriundas da derrota na guerra, tentou um golpe de Estado em uma cervejaria, na
Alemanha. Sem sucesso, foi preso. Na prisão, escreveu um livro que se tornaria
a cartilha para o nazismo: “Mein Kampf” (Minha luta). Nesse livro, Hitler
defendia a hegemonia da raça ariana, alegando que a Alemanha só se reergueria
quando os povos se unissem “num só povo, num só império, num só líder”. Outras
etnias, como judeus e negros, deveriam ser executadas. Hitler não gostava de
judeus, pois afirmava que a Primeira Guerra só fora desastrosa por conta da
traição dos judeus marxistas. Além do ódio contra outras etnias, Hitler também
defendia o extermínio de testemunhas de Jeová e homossexuais. E comunistas, é
claro. Para executar suas ordens, foram criadas as Seções de Assalto (S.A), as
Seções de Segurança (S.S.) e a Gestapo (polícia secreta).
Os alemães viam em Hitler uma salvação para
a crise que o país enfrentava. Rapidamente o partido cresceu. Agricultores,
jovens, soldados, em todas as classes, tornaram-se adeptos do novo partido. Com
a crescente do partido, o presidente alemão Hindenburg, amedrontado, ofereceu o
cargo de chanceler a Hitler, que instaurou uma política de repreensão contra seus
opositores: os líderes comunistas foram presos em campos de concentração e,
posteriormente, executados. Em agosto de 1934, o presidente Hindenburg morreu e
Hitler assumiu o cargo máximo, sem abrir mão do seu cargo antigo. Criou o
Terceiro Reich (império) e se proclamou Führer (líder, em alemão). Sua primeira
medida como ditador foi a execução de milhares de judeus, comunistas,
homossexuais, negros e outros nos campos de concentração. Esse episódio ficou
conhecido como “Holocausto”.
Uma figura fundamental na difusão do
nazismo foi Joseph Goebbels. Hábil orador, cineasta e agitador, Goebbels foi
nomeado ministro da propaganda nazista. Além de censurar os veículos de
imprensa, Goebbels fazia filmes que alienavam a população, com promessas de um
mundo melhor, com a supremacia ariana. Controlava o rádio, a televisão e os
jornais, divulgando seus filmes e discursos panfletários em prol do nazismo.
Em 1939, teve início a Segunda Grande
Guerra. Hitler, colérico, enviou toda a tropa alemã. Depois de inúmeras derrotas,
o exército alemão tentou a última cartada: em junho de 1941 invadiu a A palavra
nazismo vem de Nazi, que é a abreviação de Partido Nacional-Socialista dos
Trabalhadores Alemães, que de socialista não tinha nada. Seu líder chamava-se
Adolf Hitler e o partido adotou como símbolo a “suástica”, uma cruz encontrada
em diversas tribos.
Hitler nasceu em 20 de abril de 1889. Em
1923, Hitler, indignado com as péssimas condições que os alemães enfrentavam,
oriundas da derrota na guerra, tentou um golpe de Estado em uma cervejaria, na
Alemanha. Sem sucesso, foi preso. Na prisão, escreveu um livro que se tornaria
a cartilha para o nazismo: “Mein Kampf” (Minha luta). Nesse livro, Hitler
defendia a hegemonia da raça ariana, alegando que a Alemanha só se reergueria quando
os povos se unissem “num só povo, num só império, num só líder”. Outras etnias,
como judeus e negros, deveriam ser executadas. Hitler não gostava de judeus,
pois afirmava que a Primeira Guerra só fora desastrosa por conta da traição dos
judeus marxistas. Além do ódio contra outras etnias, Hitler também defendia o
extermínio de testemunhas de Jeová e homossexuais. E comunistas, é claro. Para
executar suas ordens, foram criadas as Seções de Assalto (S.A), as Seções de
Segurança (S.S.) e a Gestapo (polícia secreta).
Os alemães viam em Hitler uma salvação para
a crise que o país enfrentava. Rapidamente o partido cresceu. Agricultores,
jovens, soldados, em todas as classes, tornaram-se adeptos do novo partido. Com
a crescente do partido, o presidente alemão Hindenburg, amedrontado, ofereceu o
cargo de chanceler a Hitler, que instaurou uma política de repreensão contra
seus opositores: os líderes comunistas foram presos em campos de concentração
e, posteriormente, executados. Em agosto de 1934, o presidente Hindenburg
morreu e Hitler assumiu o cargo máximo, sem abrir mão do seu cargo antigo.
Criou o Terceiro Reich (império) e se proclamou Führer (líder, em alemão). Sua
primeira medida como ditador foi a execução de milhares de judeus, comunistas,
homossexuais, negros e outros nos campos de concentração. Esse episódio ficou
conhecido como “Holocausto”.
Uma figura fundamental na difusão do
nazismo foi Joseph Goebbels. Hábil orador, cineasta e agitador, Goebbels foi
nomeado ministro da propaganda nazista. Além de censurar os veículos de
imprensa, Goebbels fazia filmes que alienavam a população, com promessas de um
mundo melhor, com a supremacia ariana. Controlava o rádio, a televisão e os
jornais, divulgando seus filmes e discursos panfletários em prol do nazismo.
Em 1939, teve início a Segunda Grande
Guerra. Hitler, colérico, enviou toda a tropa alemã. Depois de inúmeras
derrotas, o exército alemão tentou a última cartada: em junho de 1941 invadiu a
União Soviética. Apesar das vitórias iniciais, Hitler não contava com o
rigoroso inverno e suas tropas foram surpreendidas, ficando cercadas por tropas
russas. Sem comida, sem água e enfrentando um frio congelante, o exército
alemão foi derrotado. Hitler, cercado pelo exército vermelho, em seu bunker
(esconderijo militar), suicidou-se com um tiro na cabeça.
